sexta-feira, 17 de abril de 2009

Dia do Bibliotecário!


... Olá parabéns!!!... Em dias especiais, tais como, datas comemorativas é costume as pessoas desejarem parabéns. Tal palavra tem como sinônimo outra especialmente significativa: felicitação, essa vem de felicitar, fazer feliz... O curioso é quando se recebe um “simples” parabéns, muitas vezes nos tornamos mais felizes, no mínimo desperta uma sensação de bem estar.
O parabéns numa data comemorativa da profissão vêm carregado de outra palavra significativa: reconhecimento. Isto é, perceber o valor do profissional no exercício da profissão.
Ser ou torna-se bibliotecário todos podem. Basta estudar e se capacitar. O grande desafio é ser reconhecidamente um profissional. Aquele que se destaca não pelos grandes feitos, mas, pela honestidade e capacidade que exerce o seu ofício.
Entendo que um dos caminhos para ser um bom profissional está diretamente ligado à felicitação do exercício diário do trabalho, isto é o fazer feliz! Sejamos todos! Parabéns profissionais bibliotecários...

Grande abraço
Pedro Manoel

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Final de 2008...

Ufa! Até que enfim acabaram as festas de final de ano! Nessa época dá um cansaço ter de participar de tanta comemoração. São encontros com ex-colegas da faculdade, colegas de trabalho, amigos da cachaça de final de semana, amigos religiosos, pessoal da rua e sem falar da família. Nesses encontros haja comida, bebida, abraços, choros revelações, declarações e tantas outras coisas acumuladas durante o ano. Percebo as pessoas mais sensíveis e até frágeis. E penso: pra que tanta festa? E por que isso só no final do ano? Há quem diga tratar-se de rituais de passagem. Isto é, procedimentos para marcar uma nova era, um novo tempo. Talvez seja uma necessidade natural de extravasar as emoções reprimidas durante o ano. Faço aqui minhas reflexões, meras especulações de uma mente um pouco crítica. Diante disso resolvi selecionar ao máximo tais encontros. Participei de uns poucos, apenas os significativos e inevitáveis (trabalho). Sobrevivi com saldo positivo. Enfim que venha 2009!
Pedro

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Mudanças...


Encarar as mudanças como parte natural da vida é um comportamento necessário para o crescimento pessoal e profissional. Afinal, “tudo muda a toda hora!” Já é lugar comum saber que a mudança é ironicamente a única condição imutável. Neste contexto, cabe uma questão: estamos preparados para as mudanças? E mais, é possível evitar o desconforto do novo e do desconhecido? Muitos gurus da “Nova Era” afirmam que sim. E chegam a dar algumas “receitas milagrosas” bem no formato de auto-ajuda. Com isso, cresce cada vez mais um filão de mercado deste tipo de literatura. Que por sua vez, gera mais paranóias, desconfianças e ameaças invisíveis. Cria-se um desespero coletivo na busca pelo controle de situações imaginárias. Muitas vezes, atropelam-se modelos sociais mínimos de convivência. Uma coisa é certa angústia e desespero não resolve nada! A saída é um novo paradigma de comportamento mais ético. Desta forma, independente dos resultados das mudanças acredito que o respeito ao ser humano esteja garantido.
Grande abraço
Pedro

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Quando o erro é o mais importante...

Em ambientes de trabalho é comum que aconteçam falhas nos procedimentos. Afinal somos falíveis. Mas quanto à reação dos envolvidos diante dos erros? Esta faz toda diferença. Principalmente as reações imediatas. Neste sentido, pergunta-se, o que é mais urgente, questionar o erro ou buscar a solução? Certamente a maioria escolherá a segunda alternativa. No entanto, em muitos casos, não é esta a escolha, ou melhor, a prática. Pelo contrário, ao se depararem em situações de conflito os envolvidos ficam com se estivessem entorpecidos e fazem uma verdadeira “tempestade no copo d’água” que termina envolvendo toda a empresa. A impressão é que se estabelece um bloqueio mental que paralisa por completo as faculdades de reflexão. E continua na perseguição dos culpados como uma verdadeira “caça as bruxas”. Não demora muito e todos ficam contaminados pelo clima de insatisfação. Mas e a respeito do que seria a atitude mais sensata, isto é, a solução do problema? Esta por sua vez, é freqüentemente relegada ao segundo plano, e em muitos casos, até esquecida! Em situações deste tipo é preciso ser antes de tudo profissional e estar preparado para contornar os conflitos. Ter bom senso para focar as atitudes na busca de soluções. E acreditar “Se há um problema, há uma solução. Mas se não há solução é por que não há problema”.
Grande abraço
Pedro Manoel

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Existe uma consciência negra?


Durante a evolução social do homem, por vezes, são "eleitas" crenças vergonhosas que permanecem inalteradas mesmo com o passar dos tempos. Crenças estas revertidas em valores discriminatórios que ficam impregnados nas mentes e fixados nas atitudes de muitos. Ainda hoje há quem veemente acredite na superioridade racial. E que por algum motivo os povos de cor branca são superiores aos negros... Isso também acontece no Brasil. E acontece todo o dia! Não aprendemos ainda a sermos humanos, nem tão pouco com a História. A qual relata a fundamental contribuição dos povos negros, vindos da África para a construção do país. Quando aqui chegaram, ergueram a nação com a força do trabalho a custo da liberdade e da própria vida. Mesmo assim, perpetua até hoje uma discriminação velada, oculta e danosa. Além de uma visível desigualdade de oportunidades. Neste cenário configura-se uma enorme inversão de valores e de reconhecimentos. Uma explícita falta de consciência, seja branca, negra, mas, sobretudo brasileira.